Alemanha nazista: a arte como ferramenta de disseminação ideológica

Documentário “Alemanha nazista: a arte como ferramenta de disseminação ideológica” baseado no documentário “Arquitetura da Destruição” produzido pelos alunos do IFMG-OP do curso de Administração III. 

O documentário foi produzido com objetivo de analisar o uso da arte pelo partido nazista para disseminação da ideologia do partido.
O vídeo se inicia com a peça “Und der regen rinnt” de Ilse Weber, que foi uma vítima do regime e compunha dentro dos campos de concentração. A melodia é acompanha de imagens do nazismo na Alemanha e da segunda parte da música, onde um diálogo sensível é estabelecido entre mãe e filhos separados pelo regime autoritário. Logo após a canção, é apresentado um trecho do livro escrito por Hitler, onde o mesmo aponta para os esforços que seriam feitos para a construção de uma Alemanha forte e superior.  Também, é feito um breve paralelo entre a vida particular e frustrada Hitler com seu eu artístico e seu político, que acabam se encontrando e sobrevivendo mutuamente ao longo dos anos no partido nazista. Além de Hitler, há outros homens no partido que também possuem ligação com a arte e compreendem seu poder de coerção, por isso a mesma é utilizada de forma extremamente proveitosa.

O documentário segue com uma breve apresentação da política da arte ali estabelecida, de modo que deixa explícita a relação entre a ideologia nazista e as concepções de arte nas pinturas. O mesmo acontece na música, no cinema, na literatura, etc. O vídeo corre com imagens de clássicos artistas alemães não necessariamente relacionados ao nazismo, como Goethe e Herman Hesse, mas as imagens servem de ilustração a valorização da arte alemã propriamente dita. Também estão presentes quadros admirados por Hitler e não necessariamente produzidos para o regime nazista, apenas retratam aquilo esperado pelo partido e pelo gosto artístico do Fuhrer. As imagens são mostradas com uma melodia de autoria de Richard Wagner, grande ídolo de Hitler.

Também,  é apresentada a famosa peça de Carl Orff “O fortuna”,  que é um clássico produzido naquele contexto  pelo artista alemão que não foi mandado para os campos de concentração.  A peça não é necessariamente um elemento de propaganda nazista, mas esteve presente naquele contexto agradando aos governantes e a população em geral, de forma que criou harmonia ao sofrido povo alemão que precisava de força.
Por fim, é apresentada a breve conclusão do grupo, onde é afirmado que a arte no governo nazista foi tomada e manipulada para atender e contribuir para com  a ideologia em ascensão.

 

Referências

Documentário “A arquitetura da destruição” disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=dbn2wkECDp0

Bortullucce, Vanessa Beatriz. A arte dos regimes totalitários do séc. XX. Annablume Editora, 2008.

O nazismo e a musica: a vergonha da colaboração. A coragem dos resistentes. 2012. Disponível em:  http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/falando-de-musica/o-nazismo-e-a-musica-a-vergonha-da-colaboracao-a-coragem-dos-resistentes/

ASSISTA: https://www.youtube.com/watch?v=gc4RkzXp7q0&spfreload=5

Estados Unidos, um gigante de pós-guerra

Não há como entender a quebra de 1929 sem compreender as contradições econômicas, sociais e políticas do mundo que emerge após a Primeira Guerra Mundial (1914-1919). A guerra foi consequência de uma profunda transformação estrutural do capitalismo com o advento do imperialismo, grau superior do desenvolvimento capitalista.

As transformações econômicas dessa nova fase histórica do capitalismo são assim definidas por Lênin: 1) substituição da livre concorrência entre capitalistas pelos monopólios das grandes corporações; 2) exportação de capitais dos países imperialistas em escala global; 3) domínio absoluto do capital financeiro, a partir da fusão do capital bancário com o industrial.

Lênin afirmava que, no limiar do século 20, estava dada uma “situação monopolista de uns poucos países riquíssimos, nos quais a acumulação do capital tinha alcançado proporções gigantescas. Constitui-se um enorme ‘excedente de capital’ nos países avançados”. Daí a necessidade de que esse capital excedente fosse exportado em busca de uma colocação lucrativa. A possibilidade da exportação de capitais vinha do fato de existirem países onde “os capitais são escassos, o preço da terra e os salários relativamente baixos, e as matérias-primas baratas (…) já incorporados na circulação do capitalismo mundial”.

Como consequência, era preciso controlar o mercado mundial. Por isso as burguesias das principais potências imperialistas empenharam-se febrilmente na preparação da Primeira Guerra Mundial como forma de dividir e conquistar os mercados.

EUA: um gigante do pós-guerra

A Primeira Guerra fez com que os EUA emergissem como a principal economia do planeta. As transações de produtos industriais e agrícolas se ampliaram com a abertura de créditos aos países aliados, seguidas pela concessão de empréstimos à Inglaterra, França e, posteriormente, Alemanha. A produção norte-americana deu um salto gigantesco em vários setores, destacando-se a indústria bélica, de material de campanha e alimentos. Os EUA se tornaram o maior credor do mundo e no final dos anos 1920, o país respondia por mais de 42% da produção industrial global. Enquanto isso, França, Inglaterra e Alemanha juntas detinham 28%.

O fim da guerra, porém, provocou uma pequena queda na economia norte-americana. Mas logo o crescimento econômico é retomado, quando a França e a Inglaterra (e posteriormente Alemanha) passam a saldar suas dívidas com os EUA. Esse período é marcado por grande entusiasmo e ficou conhecido como “Big Bussines”, ou grandes negócios, caracterizado por uma superprodução de mercadorias e um mercado em expansão.

Em 1924, a economia mundial parecia retomar o crescimento, embora o desemprego nos países da Europa continuasse muito alto, com 12% na Inglaterra e 18% na Alemanha. A superprodução foi característica de todo esse período, favorecida pela política de liberalismo econômico, responsável pelo aumento dos estoques, pela queda nos preços, pela redução dos lucros e pelo desemprego. No entanto, já em 1921, na contramão dos prognósticos mais otimistas, Trotsky avaliava que o breve crescimento da economia era algo efêmero e cíclico que não deteria a crise estrutural do capitalismo:

Quais são as perspectivas econômicas imediatas? É evidente que América se verá obrigada a diminuir sua produção, não tendo a possibilidade de reconquistar o mercado europeu de antes da guerra. Por outro lado, Europa não poderá reconstruir suas regiões mais devastadas nem os ramos mais importantes de sua indústria. Por essa razão, assistiremos no futuro a uma volta penosa ao estado econômico de antes da guerra e a uma dilatada crise: ao marcado estancamento em alguns países e em ramos das indústrias particulares; em outros, a um desenvolvimento muito lento. As flutuações cíclicas seguirão tendo lugar, mas em geral, a curva do desenvolvimento capitalista não se inclinará para cima senão para abaixo” (relatório aos membros do Partido Comunista Russo, utilizado por Trotsky para o III Congresso da Internacional Comunista; 23 de junho de 1921).

Com o início da recuperação do setor produtivo dos países europeus, a produção norte-americana começou a entrar em declínio. Essa situação expressou-se principalmente no setor agrícola, com o aprofundamento da queda dos preços dos produtos primários. A crise dos agricultores norte-americanos seria o prenúncio de 1929. Na medida em que as exportações diminuíam, os grandes proprietários não conseguiam saldar as dívidas contraídas com os bancos. Além disso, as ações das empresas tinham se sobrevalorizado imensamente num movimento de especulação financeira.

Foi questão de tempo para que a crise no campo causasse desabastecimento nas cidades que já enfrentavam problemas com o desemprego.

Quando veio o colapso das bolsas, no dia 29 de outubro, dia conhecido como “quinta-feira negra”, os bancos do país estavam sobrecarregados de dívidas não saldadas, ações supervalorizadas de empresas que estavam em queda e, assim, recusaram refinanciamentos ou novos empréstimos para a habitação, automóveis etc. Calcula-se que cerca de mil hipotecas de casas foram executas por dia após 1929. A quebradeira levou centenas de bancos à falência. Na época, o sistema financeiro norte-americano era extremamente débil. Não havia bancos gigantes, como na Europa. O sistema bancário do país consistia em pequenos bancos locais e regionais. Mas o tombo da economia norte-americana só estava começando.

Disputa pela hegemonia

A quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque não só iniciou uma profunda depressão econômica internacional que perdurou por toda a década de 1930. Também aprofundou os enormes conflitos interimperialistas, abrindo, assim, os portões para uma nova guerra mundial.

Na Grande Depressão, os Estados imperialistas procuravam defender suas burguesias como podiam. Não hesitaram em levantar barreiras tarifárias para proteger seus mercados dos efeitos da crise, contrariando as doutrinas de livre comércio em que afirmavam repousar a prosperidade do mundo.

O fim da Primeira Guerra já marcava claramente a crise final da hegemonia inglesa no sistema capitalista, o declínio econômico da Europa e a expansão econômica dos EUA. No entanto, o imperialismo norte-americano ainda não tinha conquistado a posição de potência hegemônica na esfera capitalista. Isto é, sua ascensão ainda não representava uma nova divisão mundial de forças, esferas de influência e mercados.

O poderio dos EUA e a debilidade do imperialismo europeu aumentaram os conflitos com as potências da Europa. Uma tendência prevista em análises da Internacional Comunista, particularmente por Trotsky, nos anos 1920. Mediante uma política expansionista e agressiva, potências imperialistas, como o Japão e a Alemanha dos anos 1930, procuraram uma maior participação no mercado mundial.

Já nos EUA, a partir do New Deal, plano empregado pelo presidente eleito Franklin Roosevelt, pôs uma breve interrupção à depressão. Diante de um enorme desemprego e um possível descontrole social, o governo fez com que o Estado interviesse na economia, criando grandes obras de infra-estrutura, salário-desemprego, assistência aos trabalhadores e concessão de empréstimos. No entanto, os Estados Unidos só conseguiram retomar seu crescimento econômico com o início da produção armamentista para a Segunda Guerra Mundial, no final de 1940.

 

FONTE:http://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/historia/a_crise_de_1929_2

Crises do entreguerras

O PÓS-PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL E O PERÍODO ENTRE GUERRAS

– A ascensão dos Estados Unidos

Desde o final do século XIX, a produção industrial vinha se ampliando nos Estados Unidos, expandindo o campo de atuação econômica de seus empresários em diferentes partes do mundo.
Quando a Primeira Guerra Mundial começou, a agricultura e a indústria estadunidenses cresceram ainda mais. Em princípio, os estadunidenses conservaram-se em uma posição de neutralidade, limitando-se a abastecer os países aliados envolvidos no conflito. Além disso, enquanto os europeus estavam concentrados em seu esforço de guerra, os industriais estadunidenses aproveitavam para vender seus produtos a outros mercados mundiais, principalmente Ásia e América Latina.
Assim, concentrando cerca da metade de todo o ouro que circulava no mundo, os banqueiros e o governo dos Estados Unidos saíram da Primeira Guerra como credores dos governos da arrasada Europa.

– A crise de 29

  Durante a Primeira Guerra Mundial, a economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente para os países europeus.
Após a guerra o quadro não mudou, pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e cidades, necessitanto manter suas importações, principalmente dos EUA. A situação começou a mudar no final da década de 1920. Reconstruídas, as nações europeias diminuíram drasticamente a importação de produtos industrializados e agrícolas dos Estados Unidos.

-Causas da crise
Com a diminuição das exportações para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanos tinham investimentos nestas ações.
-Efeitos da crise
Em outubro de 1929, percebendo a desvalorização das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores.

A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes.

-New Deal: a solução
A solução para a crise surgiu apenas no ano de 1933. No governo de Franklin Delano Roosevelt, foi colocado em prática o plano conhecido como New Deal. De acordo com o plano econômico, o governo norte-americano passou a controlar os preços e a produção das indústrias e das fazendas. Com isto, o governo conseguiu controlar a inflação e evitar a formação de estoques. Fez parte do plano também o grande investimento em obras públicas (estradas, aeroportos, ferrovias, energia elétrica, entre outros), conseguindo diminuir significativamente o desemprego. O programa foi tão bem sucedido que no começo da década de 1940 a economia norte-americana já estava funciondo normalmente.

Revolução Mexicana

A Revolução Mexicana foi um grande movimento armado que começou em 1910 com uma rebelião liderada por Francisco I. Madero contra o antigo autocrata general Porfirio Diaz. Foi a primeira das grandes revoluções do século XX.

Esta revolução foi caracterizada por uma variedade de líderes de cunho socialista, liberal, anarquista, populista, e em prol do movimento agrário.

 

Causas

A elite agrária predominava completamente no México, sempre determinando quem seria  o governante máximo. Em 1876 assumiu Porfírio Dias, que governou de forma ditatorial. Mesmo tendo havido um pequeno desenvolvimento industrial durante o período  em que esteve à frente do país, a elite agrária permaneceu no poder, pois a base econômica continuou a ser a exportação de produtos agrícolas e de minérios.

Porfírio Diaz governou o México por mais de trinta anos. Mantinha-se uma aparência de democracia, pois eram realizadas eleições periodicamente, mas elas eram manipuladas para que ele sempre se reelegesse. Em 1910, nas eleições, Diaz novamente foi eleito, porém seu opositor, Francisco Madero conseguiu rebelar a população e assumiu, com a promessa de realizar a tão esperada reforma agrária.

Mapa mental sobre a Primeira Guerra Mundial

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Os motivos que levaram a I Guerra Mundial em 1914 foram: as disputas por áreas coloniais nos continentes africano (África) e asiático (Ásia); o forte nacionalismo dos países europeus (cada país achava que era mais desenvolvido e civilizado que o outro) e o armamentismo das nações européias (os países da Europa começaram a investir em armamentos).

 

(Fonte: https://aureliobraga.wordpress.com/2010/05/04/primeira-guerra-mundial-mapa-e-transcricao/#more-426 )

Primeira Guerra Mundial

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Imagem de soldados e civis durante a Primeira Guerra Mundial.

Durante a chamada Belle Époque, a sociedade europeia, liberal e capitalista, passou por uma das fases de maior prosperidade. O desenvolvimento industrial, possibilitou que parte dos europeus gozassem de confortos nunca antes experimentados, além disso, houve também o avanço da comunicação e do transporte, com a invenção de automóveis, telefone e telégrafo.

Entretanto, as disputas territoriais entre as potências e a má distribuição dos benefícios do progresso entre a população criavam um clima de instabilidade constante. Nesse sentido, a deflagração de uma guerra entre duas ou mais potências era uma realidade possível.

POTÊNCIAS ENVOLVIDAS

A Primeira Guerra Mundial envolveu vários países, mas representou, principalmente, o confronto entre quatros potências: de uma lado havia França, Inglaterra e Rússia, e do outro lado, a Alemanha. 

DEFLAGRAÇÃO DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

A eclosão da guerra se deu quando o herdeiro do trono Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, foi morto. Ele foi morto por uma sociedade secreta, a Mão Negra, que defendia a incorporação da Bósnia à Sérvia e sua independência ante os interesses Austro-Húngaros. Esse acontecimento desencadeou o que chamamos de Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 à 1918.

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Francisco Fernando Carlos Luís José Maria de Áustria-Este, herdeiro do trono Austro-Húngaro

CAUSAS DO CONFLITO

Entre as causas do conflito podemos citar: A disputa colonial, A concorrência econômica, A disputa e os movimentos nacionalistas.

  • A disputa colonial: Para aumentar o seu mercado de vendas os países industrializados entraram em uma busca desenfreada por colônias na África e na Ásia.
  • A concorrência econômica: Os países passaram a dificultar a expansão econômica dos seus concorrentes, o que aconteceu principalmente com a Inglaterra e Alemanha.
  • A disputa e os movimentos nacionalistas: Em diversas regiões da Europa surgiram movimentos nacionalistas, como o Pan-eslavismo, o Pangermanismo e o Revanchismo francês, tendo em vista que o nacionalismo exaltado provocava um desejo de expansão territorial.

A situação conflituosa deu origem à chamada paz armada. Como o risco de guerra era bastante grande, as principais potências trataram de estimular a produção de armas e de fortalecer seus exércitos. Criaram então a política das alianças, que era divida como mostra a figura a seguir: X+POLÍTICA+DE+ALIANÇAS+Inglaterra+França+Rússia+Alemanha

PRINCIPAIS FASES

  1. Guerra de trincheiras, que foi o período onde soldados se abrigavam em buracos se escondendo do poder inimigo.
  2. A entrada da Itália, que de inicio se manteve neutra e depois se juntou aos franceses e ingleses, sob promessa de receber territórios austríacos.
  3. Saída da Rússia, quando os bolcheviques estabeleceram-se no poder, foi assinado um acordo com a Alemanha para oficializar sua retirada do grande conflito. Este acordo chamou-se Tratado de Brest-Litovsk, que impôs duras condições para a Rússia.
  4. Entrada dos Estados Unidos. Os norte-americanos tinham muitos investimentos nesta guerra com seus amigos aliados (Inglaterra e França). Era preciso garantir o recebimento de tais investimentos. Utilizou-se como pretexto o afundamento do navio “Lusitânia”, que conduzia passageiros norte-americanos.

 

CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA

  • O aparecimento de novas nações;
  • Desmembramento do império Austro-Húngaro;
  • A hegemonia do militarismo francês, em decorrência do desarmamento alemão;
  • A Inglaterra dividiu sua hegemonia marítima com os Estados Unidos; O enriquecimento dos Estados Unidos;
  • A depreciação do marco alemão, que baixou à milionésima parte do valor, e a baixa do franco e do dólar;
  •  O surgimento do fascismo na Itália e do Nazismo na Alemanha.

O Tratado de Versalhes: conjunto de decisões tomadas no palácio de Versalhes no período de 1919 a 1920. As nações vencedoras da guerra, lideradas por Estados Unidos, França e Inglaterra, impuseram duras condições à Alemanha derrotada. O desejo dos alemães de superar as condições humilhantes desse tratado desempenhou papel importante nas causas, do que ocorreria anos depois, a chamada Segunda Guerra Mundial.

 

FONTES:

http://www.mundovestibular.com.br/articles/4351/1/A-PRIMEIRA-GUERRA-MUNDIAL-1914—1918-Resumo/Paacutegina1.html

https://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10007427

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Fernando_da_%C3%81ustria-Hungria